Não fui muito a fundo pesquisar sobre isto que escrevo agora, porém acho a idéia sensacional. Imagino que tenha partido da loja a contratação de alguém para pintar a caixa de portas da Brasil Telecom. Na minha opinião deveria ser adotado tanto pela BRT quanto pela GVT para todos os seus armários, afim de deixar a cidade mais bonita e obviamente e por que não para publicidade gratuita, se possível e dentro da lei.
É isso aí! Abraço.
A incrível apresentação daquilo que poderia ser o jornal e o futuro da tecnologia em 2019, de acordo com o fabricante Microsoft. Um trabalho preparado pela R & D mostrando a combinação do digital e papel.
via: fubiz
A edição de primavera da revista americana New York Magazine supreendeu ao trazer na capa ninguém menos que a problemática (por que não dizer desandada!) modelo inglesa Kate Moss.
Mas o burburinho todo que se forma não está relacionado a mais um escândalo envolvendo Moss e algum saco de farinha da Colômbia. A surpresa se deu pela ausência do elemento mais comum nas imagens atualmente veiculadas, o Photoshop.
Na contra mão do modelo de consumo estabelecido pela manipulação de imagem, a New York Magazine traz sua capa e um ensaio interno com Moss sem nenhum tipo tratamento de imagem! Nada de brushes, patches, pen ou o famigerado Radial Blur = )
Certo, alguma coisa deve ter sido alterada, mas nada que possa ser considerado uma plástica virtual!
Isso levanta a discussão de até que ponto estamos acostumados a consumir uma beleza artificial? Será que não estamos abandonando o valor real de uma celulite aqui e uma manchinha na pele ali?
A Manada quer a sua opinião: Você acha que a New York Magazine acertou em mostrar a mulher como ela realmente é?
ps: Nós saebmos que este ensaio faz parte de uma estratégia de vendas, colabore com a discussão ignorando este fator já que o foco da discussão não é a estratégia de vendas, mas as questões acima.
Desde a compra do Youtube pela Google, a grande pergunta que paira no ar é:
Como ganhar dinheiro com a maior ferramenta de compartilhamento de conteúdo gratuito da Internet?
Exageros à parte (não podemos esquecer do Pirate Bay..hehehe), a dúvida permanece. Desde 2006 a Google tenta achar uma maneira de realmente ganhar dinheiro com o Youtube. E esse dia finalmente chegou!
Confira a matéria do Meio e Mensagem que explica a estratégia do nosso Oráculo diário para potencializar a rentabilidade do Youtube:
“O Google Brasil está lançando novos formatos publicitários para seu canal de compartilhamento de vídeos YouTube. Chamado de Auto Play, o principal deles se abre ao lado direito da página inicial do site e automaticamente começa a passar o vídeo do anunciante sem o som original por 30 segundos. Caso a publicidade desperte o interesse do internauta – o que desafia os criativos a pensarem peças bastante atrativas -, este poderá clicar no anúncio e assitir ao vídeo na íntegra.
O espaço será vendido através de diárias e será alternado com o outro formato já existente, o Click-to-Play, que se diferencia pelo fato de que não permite que o vídeo rode imediantamente quando a página se abre exigindo o clique do internauta. De acordo com o Google, a demanda pelos espaços já disponíveis no YouTube tem sido alta e a expectativa é aumentar consideravelmente o número de anunciantes no endereço.
As outras duas possibilidades são as versões expansíveis desses dois formatos, sendo que os vídeos aparecem em widescreen com maiores dimensões e fundo totalmente customizável. Todos os formatos contarão com sistemas de medição constante de resultados e jamais aparecerão ao mesmo tempo. A idéia é proporcionar mais interatividade, cobertura e impacto.
Além das novas possibilidades para o YouTube, faz parte dos planos do Google Brasil apostar em formatos para todos os outros produtos da empresa ampliando assim a receita para além dos links patrocinados. Para explorar a audiência de mais de 30 milhões de brasileiros do Orkut, por exemplo, o Google colocou em teste no final do ano passado um espaço destinado a publicidade através de banners que aparece no perfil dos usuários. Segundo a empresa, a proposta é lançar novos espaços ao longo do ano explorando outros serviços como Google Maps”.
Post originalmente publicado no Blog de Guerrilha

Nesta matéria do último domingo do jornal Zero Hora, o jornalista Rodrigo Müzell conversou com a Espalhe sobre mídias sociais e citou a ação Leilão Trident.
Tentamos colocar o ponto de que não é audiência e credibilidade, carecterísticas das mídias de massa e dos veículos de comunicação, que as empresas devem buscar nestes ambientes virtuais. O objetivo de fazer comunicação em blogs, comunidades do Orkut e outras redes deveria ser entrar nas conversas que estão acontecendo e que, potencialmente, podem ser muito mais profundas e apaixonadas, ou seja, relevantes, do que nas páginas de uma revista ou nos segundos da TV.
Confira a matéria na íntegra em PDF
é brincadeira!!!
Testando esse treco..
vamos comentar no blog galera….queremos falar mais com as pessoas que nos visitam
É isso aí galera….Blog bombando e 2009 tá só começando
A Vogue Itália publicou, em dezembro de 2007, parte do trabalho “Jigsaw Puzzle” do fotógrafo Steven Meisel, na edição Vogue Patterns.
Acho que já nos acostumamos a ver a Vogue inovando em formas de se explorar a linguagem gráfica e a fotografia de moda. Como referência no mercado editorial fashion, não poderia ser de outra forma.
Fique com as imagens do trabalho de Steven Meisel. A modelo fotografada como uma Pin-Up tatuada é a norte-americana Meghan Collison.
Ouvindo o podsemfio da Bia, número 78!
Testando esse treco!
Acredito que já estamos acostumados a nos impressionar com as inovações proporcionadas pela indústria automobilística. Novos conceitos formais e de mobilidade são apresentados todos os anos nos principais salões de automóveis do mundo.
Provando mais uma vez por que é um nome de destaque na indústria automobilística, a BMW divulgou seu novo conceito, o Gina.
Apesar do nome de duplo sentido, o Gina é sensacional. Longe da busca por performance ou por novos conceitos em transporte, o Gina traz um conceito mais próximo da realidade atual, a busca pela flexibilidade.
Veja o Vídeo:
Enviado por email pelo Fred
O DCI – Diário Comércio Industria e Serviços publicou hoje na seção Mídia e Marketing uma entrevista muito interessante sobre o mercado de design atualmente.
O entrevistado foi Lincoln Seragini que é presidente da Seragini Desgin , empresa bem forte na área de identidade de marca e design de embalagem, atendendo clientes como a Bom Bril, Coral, Arno, Instituto Ayrton Senna e outras empresas de expressão no mercado nacional.
O legal que Lincoln conta na entrevista que o mercado brasileiro está começando a “enxergar” o Design como uma ferramenta ou arma para a estratégia de uma empresa, baseando o design como uma forma de inovar. A inovação na verdade é o resultado da composição de toda uma gestão do design. E aquela concepção de que o design faz “coisinhas bonitinhas” está caindo por água abaixo. (GRAÇAS A DEUS)
Ponto legal da entrevista também é quando ele cita:
“E, mais que tudo, tenho ouvido muito que o grande mérito do design é que ele é otimista, acredita que vai encontrar a solução.”
Ou seja o design arranja formas ou meios de materializar qualquer coisa, em minha monografia e no próprio curso de design pude perceber que o design pode materializar qualquer idéia pelo simples fato de ser uma profissão multidisciplinar e altamente metodológica.
Na verdade, o fator multidisciplinar no design tem um ponto fraco e um forte, o forte é este ponto que citei acima o fraco é que, se a instituição de ensino da área não transmite esta concepção ao pessoal que esta se profissionalizando, o designer se torna uma pessoa que faz de tudo e na verdade não sabe o que realmente faz. Este é um dos grandes motivos que a profissão não foi regulamentada ainda, ou seja, é uma área de tal abrangência que é realmente complicado mensurar o que é o design.
Como a reportagem é focada em branding, marca e identidade confira a entrevista na integra. Para aguçar sua curiosidade aí vai um trecho da reportagem:
Lincoln Seragini: O principio é que a marca é a cara da empresa. Naturalmente, marca não é somente logotipo, desenho. É uma filosofia, até mesmo uma idéia. O desenho da marca é a ponta do iceberg, é o que você vê. Mas a história e o compromisso são comunicados de várias outras maneiras. A marca é construída desde o início pela sua idéia inspiradora, pelas suas atitudes retratadas nos produtos, pelo relacionamento com mercado e com os funcionários. Tudo isso somado constitui a marca. Marca não é apenas símbolo e logotipo. É uma história.
Matéria originalmente publicada em Meio e Mensagem
De olho no mercado de iPhones no Brasil, a Bradesco Seguros e Previdência lança aplicativo exclusivo para iPhones, com um novo conceito de praticidade e que leva as facilidades da seguradora para a mão do cliente a qualquer hora e lugar. Qualquer usuário interessado em informações sobre seguro de veículos pode fazer o download gratuito na loja virtual iTunes, da Apple.
A ferramenta foi criada pela Ínsula, agência digital da NeogamaBBH criada em janeiro de 2008 (premiada com dois bronzes em Promo no Wave Festival in Rio para Bradesco e iG). O aplicativo, desenvolvido no período de quatro meses, incluindo dois meses de negociação com a Apple para a parceria na loja iTunes, inclui listas de 1.500 oficinas credenciadas, rede Bradesco Auto Center (centrais de atendimento, vistorias e serviços), postos de gasolina e contatos dos corretores da Bradesco Seguros, além da central de atendimento.
No iPhone, os endereços da rede Bradesco Seguros e Previdência são localizados por meio do Google Maps. O acesso ao conteúdo é facilitado pelo ícone de acesso, na tela inicial do aparelho celular. O software inclui ainda parceiros, descontos, produtos gratuitos e conteúdo, além das vídeodicas, pequenos filmes de animação que ensinam a trocar pneu de uma forma divertida. A produção das vídeodicas é da O2 Digital, com programação da Finger Tips.
A seguradora tem 40% do mercado nacional de seguros de veículos, com 1,3 milhão de automóveis segurados. Com o lançamento do software, a empresa agrega conceitos de mobilidade. “Todos os seguros estarão na palma da mão dos nossos segurados. Queremos que o segurado leve seu seguro para onde quiser”, afirma o diretor-executivo de marketing da Bradesco Seguros e Previdência, Jorge Nasser.
Desde o lançamento experimental do software da Ínsula, no sábado, 08, foram realizados mil downloads de usuários no Brasil, Japão, Estados Unidos e França. Um proprietário de iPhone em Paris testou os endereços do Google Maps para postos de gasolina mais próximos. O aplicativo é compatível com aparelhos 2G (importados desbloqueados) e 3G (disponibilizados recentemente no mercado nacional pela Vivo e Claro). “Estudamos lançar esse software para outros tipos de seguros com as especialidades de cada um. Em seguros saúde, teremos a lista de hospitais credenciados”, afirma Nasser.
A campanha de lançamento terá canal exclusivo no YouTube com as videodicas em quatro filmes de dois minutos stop motion. Em midia impressa, serão veiculadas duas peças em revistas com imagem do carro em tamanho gigante com o título “Bradesco Seguros e Previdência. A primeira seguradora do país a colocar a tecnologia do iPhone a serviço do seu carro”.
“As pessoas querem ter a vida no celular delas. Elas têm dois braços, duas pernas e um celular. No Japão, as pessoas pagam o metrô com celular, lêem jornal no aparelho e ainda assistem conteúdos”, afirma o presidente de soluções integradas da NeogamaBBH, Geraldo Rocha Azevedo, ao se referir ao potencial do mobile marketing no mercado brasileiro.
Sem reflexos
A Bradesco Seguros e Previdência ainda não sentiu reflexos da queda nas vendas de automóveis, segundo o diretor da Bradesco Auto/RE (ramos elementares) Cia de Seguros, Luiz Carlos Nabuco. “Vamos terminar 2008 com crescimento de 10% nas vendas de seguros. Para 2009, nós e todo mundo estamos parados para ver o que acontece. Neste momento, estamos definindo metas e números para o próximo ano”.
O diretor afirma ainda que o Bradesco “está atento ao mercado de seguradoras” após a fusão dos bancos Itaú e Unibanco. Em julho deste ano, a seguradora Minas Brasil foi vendida pelo Banco Mercantil do Brasil à seguradora suíça Zurich Financial Services Group. Em 2007, a Liberty comprou a Indiana Seguros.
Um simples conceito que demonstra o potencial da holográfia no uso diário. Um exemplo de realidade aumentada é um projeto promissor, desenvolvido por Ivan Tihienko.
Holographic Interface – round interface – Ringo from Ivan Tihienko on Vimeo.
via: fubiz