Acredito que já estamos acostumados a nos impressionar com as inovações proporcionadas pela indústria automobilística. Novos conceitos formais e de mobilidade são apresentados todos os anos nos principais salões de automóveis do mundo.
Provando mais uma vez por que é um nome de destaque na indústria automobilística, a BMW divulgou seu novo conceito, o Gina.
Apesar do nome de duplo sentido, o Gina é sensacional. Longe da busca por performance ou por novos conceitos em transporte, o Gina traz um conceito mais próximo da realidade atual, a busca pela flexibilidade.
Veja o Vídeo:
Enviado por email pelo Fred
O DCI – Diário Comércio Industria e Serviços publicou hoje na seção Mídia e Marketing uma entrevista muito interessante sobre o mercado de design atualmente.
O entrevistado foi Lincoln Seragini que é presidente da Seragini Desgin , empresa bem forte na área de identidade de marca e design de embalagem, atendendo clientes como a Bom Bril, Coral, Arno, Instituto Ayrton Senna e outras empresas de expressão no mercado nacional.
O legal que Lincoln conta na entrevista que o mercado brasileiro está começando a “enxergar” o Design como uma ferramenta ou arma para a estratégia de uma empresa, baseando o design como uma forma de inovar. A inovação na verdade é o resultado da composição de toda uma gestão do design. E aquela concepção de que o design faz “coisinhas bonitinhas” está caindo por água abaixo. (GRAÇAS A DEUS)
Ponto legal da entrevista também é quando ele cita:
“E, mais que tudo, tenho ouvido muito que o grande mérito do design é que ele é otimista, acredita que vai encontrar a solução.”
Ou seja o design arranja formas ou meios de materializar qualquer coisa, em minha monografia e no próprio curso de design pude perceber que o design pode materializar qualquer idéia pelo simples fato de ser uma profissão multidisciplinar e altamente metodológica.
Na verdade, o fator multidisciplinar no design tem um ponto fraco e um forte, o forte é este ponto que citei acima o fraco é que, se a instituição de ensino da área não transmite esta concepção ao pessoal que esta se profissionalizando, o designer se torna uma pessoa que faz de tudo e na verdade não sabe o que realmente faz. Este é um dos grandes motivos que a profissão não foi regulamentada ainda, ou seja, é uma área de tal abrangência que é realmente complicado mensurar o que é o design.
Como a reportagem é focada em branding, marca e identidade confira a entrevista na integra. Para aguçar sua curiosidade aí vai um trecho da reportagem:
Lincoln Seragini: O principio é que a marca é a cara da empresa. Naturalmente, marca não é somente logotipo, desenho. É uma filosofia, até mesmo uma idéia. O desenho da marca é a ponta do iceberg, é o que você vê. Mas a história e o compromisso são comunicados de várias outras maneiras. A marca é construída desde o início pela sua idéia inspiradora, pelas suas atitudes retratadas nos produtos, pelo relacionamento com mercado e com os funcionários. Tudo isso somado constitui a marca. Marca não é apenas símbolo e logotipo. É uma história.
Conforme prometido, aqui vai o post sobre a Pack and Print 2008.
A feira começou na última terça-feira e vai até a próxima sexta. A Manada esteve presente nos dois primeiros dias de evento para conferir de perto as novidades das indústrias gráficas e de embalagens. Apesar de ter decepcionado um pouco no fator inovação, a feira trouxe muitas coisas interessantes. Os destaques ficam para os stands do Grupo Embrart Digital e da Clicheria Blumenau onde, além de termos sido muito bem atendidos, acompanharmos projetos e processos exclusivos oferecidos por estas empresas.
Fora isso, é possível conferir de perto o funcionamento de diversos equipamentos, como impressoras digitais e off-set, separaçao, verniz UV, e por aí vai. Estão expostos também diversos produtos e insumos voltados para a indústria.
Confira abaixo algumas imagens: